2 comentários:
De M. a 25 de Fevereiro de 2008 às 15:10
E nem assim o Rambo tem poesia! Mil vezes o Rimbaud, que era um alucinado, mas pelo menos era um alucinado livre (enfim, preso às suas paixões, como já disse alguém). Que ideia abstrusa, juntar os 2! E de quem é a obra, já agora?

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