Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

Do I dare Disturb the universe?

The Love Song of J. Alfred Prufrock

No! I am not Prince Hamlet, nor was meant to be;
Am an attendant lord, one that will do
To swell a progress, start a scene or two,
Advise the prince; no doubt, an easy tool,
Deferential, glad to be of use,
Politic, cautious, and meticulous;
Full of high sentence, but a bit obtuse;
At times, indeed, almost ridiculous–
Almost, at times, the Fool.

T.S. Eliot lê o seu poema "The Lovesong of J. Alfred Prufrock" ao som de um loop de Sour Times dos Portishead.

publicado por Ridwan às 07:18
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2 comentários:
De M. a 5 de Setembro de 2007 às 22:56
Nem seria preciso a música para sentir a carga dramática.... mas Portishead é uma escolha... apropriada:)... agora experimenta ouvir o Brando, bem alto, a dizer The Hollow Men, do Eliot (apocalipse now)... isso, a mim, é que me corta a respiração:)!

We are the hollow men
We are the hollow men
Learning together.
Headpiece filled with straw. Alas!
Our dried voices, when
We whisper together
Are quiet and meaningless
As wind in dry grass
Or rats' feet over broken glass
In our dry cellar

Shape without form, shade without colour,
Paralysed force, gesture without motion;
Those who have crossed
With direct eyes, to death's other kingdom
Remember us -- if at all -- not as lost
Violent souls, but only
As the hollow men
The stuffed men."
De Ridwan a 6 de Setembro de 2007 às 20:25
O poema declamado pelo "Kutz" no contexto do filme, ganha mesmo outra dimensão.

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