Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

Crónicas de Viagem

"Oito anos depois, eis-me de novo em terras moçambicanas. A chegada não foi fácil e a passagem pelo aeroporto de Maputo coloca a Metamorfose de Kafka na secção de livros infantis. Pouco depois de sair do avião e entrar no edifício foi uma alucinação. Como não tinha boletim de vacina, fui imediatamente picado e vacinado contra a febre-amarela, mesmo depois de explicar que a vacina não é obrigatória para os passageiros do espaço Shengen. De imediato exigiram-me 50 dólares. O pesadelo continuou com as malas, o visto de entrada e a revista da bagagem. Uma série de “prestadores de serviços” garantem vistos rápidos e malas não revistadas. O valor-base nas chegadas do aeroporto são 20 dólares ou euros. Sempre a multiplicar. Depois do pesadelo, consegui finalmente respirar de alívio fora do local do saque. A promiscuidade entre as autoridades alfandegárias e os prestadores de serviços impressionou-me(... )Depois foi deixar o olhar vadio guiar os restantes sentidos para fazer o update de um país fantástico, em luta contra o subdesenvolvimento, mas que se esqueceu de uma das portas de entradas do país, o aeroporto." (F)
publicado por Ridwan às 02:06
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