Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Nuno Prata


Myspace\Sítio\ Blog
Nuno.Nico(maquete)
Todos os Dias Fossem Estes Outros



Tens tido muito boas críticas ao teu álbum de estreia, na imprensa musical. À parte disso, como tem sido o feedback do público em geral?
A ideia que tenho é que o disco passou ao lado da imprensa. À parte disso, por enquanto, vão havendo pessoas em número suficiente a manifestarem-me o seu gosto pelas canções para que sinta que vale a pena continuar a mostrá-las.

A nível da divulgação do teu trabalho, alguma vez sentiste dificuldades nesse campo? E como o tens feito?
Senti, sinto as dificuldades que qualquer trabalho editado com poucos meios sente. Foi feita a promoção possível, na altura em que o disco saiu. Agora, para além dos concertos, mantenho um blogue actualizado com notícias sobre o projecto e tenho, como toda a gente, uma página no MySpace.

Achas que cada vez mais a net é um aliado nesse campo? Qual a tua opinião sobre a música versus net, e consequente partilha/pirataria que se vive hoje em dia?
É-o, obviamente. Partilha é uma coisa. Por mim, estejam à vontade para partilhar a música que faço, agradeço. Pirataria é outra. Não ia achar muita piada se estivessem a ganhar dinheiro às minhas custas, nas minhas costas — o dinheiro faz-me (faz-nos) muita falta.

Qual a tua opinião sobre o actual panorama musical português?
O campo criativo apresenta, aparentemente, uma enorme diversidade. Parece-me é que o meio que o envolve não é suficientemente dinâmico para acompanhar a energia criativa que daí advém, acabando, na maior parte das vezes, por desperdiçá-la ou por levá-la a funcionar apenas em circuito fechado.
publicado por Ridwan às 18:29
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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Persepolis #4

The Persepolis Mission Statement

THE CULTUREPULP Q&A: 'Persepolis' creator Marjane Satrapi

publicado por Ridwan às 23:53
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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Talking to the Taliban



A portrait of average Taliban fighters in Kandahar has emerged from a research project by The Globe and Mail. An interviewer gained unprecedented access to insurgent groups in five districts of the province, and emerged from the dangerous assignment with 42 video recordings of fighters answering a standardized list of questions. It’s a unique look at Canada’s front-line opponents in the war.[F]
publicado por Ridwan às 11:52
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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Bathing with Bierko: Keeping Hollywood Clean


"Rub-a-dub-dub, John Malkovich is in a tub"
publicado por Ridwan às 04:28
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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Jeffrey Lewis on the Culture Show

publicado por Ridwan às 20:05
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Persepolis #3

Persepolis

Persepolis
 
Persepolis
 
Persepolis

Persepolis
Persepolis
 
Are you still listening to Iron Maiden?

Oh, no. No, no. I listen to many different kinds of music. Well, once in a while it happens. But it's the nostalgia of the time -- when you're an adolescent, you don't have good taste in anything.

THE CULTUREPULP Q&A: 'Persepolis' creator Marjane Satrapi

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis

Persepolis


Persepolis
publicado por Ridwan às 19:34
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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

Soft Focus - Will Oldham



Part 2 of 4

Part 3 of 4

Part 4 of 4
publicado por Ridwan às 17:42
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

David Byrne,Thom York e a Crise da Industria Discográfica


© James Day

What is called the music business today, however, is not the business of producing music. At some point it became the business of selling CDs in plastic cases, and that business will soon be over. But that's not bad news for music, and it's certainly not bad news for musicians. Indeed, with all the ways to reach an audience, there have never been more opportunities for artists.

© James Day

Yorke: I think there’s a lack of understanding. It’s not about who’s ripping off whom, and it’s not about legal injunctions, and it’s not about DRM and all that sort of stuff. It’s about whether the music affects you or not. And why would you worry about an artist or a company going after people copying their music if the music itself is not valued?

Byrne: You’re valuing the delivery system as opposed to the relationship and the emotional thing…

Yorke: You’re valuing the company or the interest of the artists rather than the music itself


(...)


Byrne: Previously there'd be a release date, and advance copies would get sent to reviewers months ahead of that.
Yorke: Yeah, and then you'd ring up and say, "Did you like it? What did you think?" And it's three months in advance. And then it'd be, "Would you go do this for this magazine," and maybe this journalist has heard it. All these silly games.
Byrne: That's mainly about the charts, right? About gearing marketing and prerelease to the moment a record comes out so that — boom! — it goes into the charts.
Yorke: That's what major labels do, yeah. But it does us no good, because we don't cross over [to other fan bases]. The main thing was, there's all this bollocks [with the media]. We were trying to avoid that whole game of who gets in first with the reviews. These days there's so much paper to fill, or digital paper to fill, that whoever writes the first few things gets cut and pasted. Whoever gets their opinion in first has all that power. Especially for a band like ours, it's totally the luck of the draw whether that person is into us or not. It just seems wildly unfair, I think.


(...)

Byrne: Are you making money on the download of In Rainbows?

Yorke: In terms of digital income, we've made more money out of this record than out of all the other Radiohead albums put together, forever — in terms of anything on the Net. And that's nuts. It's partly due to the fact that EMI wasn't giving us any money for digital sales. All the contracts signed in a certain era have none of that stuff.

publicado por Ridwan às 13:06
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Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Azevedo Silva #2

Fazes parte da Lástima, a nova netlabel portuguesa, que defende a 'música livre'. Defendes a mesma posição?

Acho que é assim que a música deve ser. Penso que quando isso acontece, assistimos a algo bonito. Confesso que para muitos é difícil perceber o motivo e mesmo seguir esse tipo de pensamento. Agora, há uma ideia pura por trás disto: eu gosto de música, faço-o por paixão e o objectivo é partilhá-la. Não há como enganar: se esse é o meu objectivo, tenho de mostrá-la gratuitamente. No meu caso, e tendo a hipótese de gravá-la de uma maneira gratuita, ainda mais se justifica que não peça nada em troca às pessoas. Só quero que a oiçam e que a partilhem com os amigos. No entanto, há uma maneira de compensar os artistas que se sentem atraídos por este ideal: é aparecer nos concertos. Para além de créditos de motivação, com uma quantia simbólica, através do pagamento de uma entrada ou da compra de um disco, conseguem compensar as viagens, por exemplo.

Qual a tua posição em relação aos downloads ilegais? Para onde achas que caminha a indústria musical? A sobrevivência dos artistas passará pelos concertos?

Como disse, muitos artistas já resolvem alguns problemas financeiros através dos concertos. E penso que esse deveria ser o caminho, mesmo não tendo a certeza do poderio cultural e financeiro de Portugal para 'patrocinar' algo do género. Partilhar a música e fazer o dinheiro nos concertos, consoante o interesse que cada banda desperta. Os downloads ilegais são um dos catalisadores do sucesso de algumas bandas. Por isso, penso que acabam por ser um mal necessário para algumas. O problema maior é da indústria, que não faz tanto dinheiro e não pode editar tantas bandas, segundo a própria. Mas acho que cada vez mais caminhamos para o que a Lástima e outras editoras vão fazendo. Parece-me que o formato CD vai desaparecer e que o mp3 dominará. O preço das músicas será inferior e penso que pouca gente voltará a comprar um disco inteiro. Penso que mais facilmente comprarão a música x ou y da banda que gostam.
«Um passo de cada vez, uma viagem para ser apreciada lentamente»



publicado por Ridwan às 19:17
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Domingo, 9 de Dezembro de 2007

Terry Jones & Ricardo Araújo Pereira


©João Cortesão

Via Blogouve-se
publicado por Ridwan às 14:41
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

As Mentiras da Verdade no País da Marrabenta



Via Curto & Grosso

IVS: lançaste o teu single: “As mentiras das verdades” pela editora “Cotonete Records”, que está a ter sucesso para alem de fronteiras. Como explicas este sucesso?

Azagaia: Eu acho que é pelo facto desta música ter servido como uma via de escape para todos e sentimentos e preocupações guardadas no íntimo de todo moçambicano, esta música abordou temas que só se tinha a coragem de falar baixinho nas esquinas ou na segurança do lar, este som simboliza a revolta camuflada no coração e mente de todos que se sentem oprimidos por este sistema que ainda não consegue chegar às verdadeiras necessidades do povo, pelo contrário distancia-se cada vez mais, produzindo um fosso entre os muito ricos e os muito pobres, eu diria também que este som mostra que a nossa história ainda tem muitas incógnitas e é apenas escrita pelos “vencedores”, então o povo aplaudiu esta iniciativa do verdadeiro exercício de liberdade de expressão que muitos evitam por medo de perder o emprego ou no pior dos casos ser vítima de violência.(F)


Hip Hop crítica poder em Moçambique
O assassinato de Carlos Cardoso
publicado por Ridwan às 13:23
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Tape Loading Error


Sítio\MySpace

Tens sentido dificuldades em divulgar o teu trabalho? Como o tens feito?

Sim e não!
Sim porque em Portugal ainda existem alguns preconceitos em relação a novas bandas, a bandas de uma só pessoa. As rádios têm uma política musical que não ajuda quem está a começar. A imprensa musical nacional é escassa e quando existe, parece que é só para alguns. A televisão nacional também tem preconceitos e aposta no seguro. Floribelas e Morangos são produtos de sucesso e por isso essa política irá continuar a dominar.
Não porque o recurso ao myspace, a blogs como A TROMPA e outros, têm sido essenciais na divulgação/promoção . Existem algumas rádios locais (RUC e outras) que são a melhor ajuda neste difícil processo.

Usas a net como grande aliada na tua divulgação. Qual a tua opinião em relação á música vs net e consequente partilha/pirataria que se vive hoje em dia? Achas que poderá ajudar ou prejudicar os TLE?

Acho uma falsa questão ser a Associação Fonográfica Portuguesa ir para as televisões dizer que a pirataria é a causa principal de as vendas de discos estarem a morrer. Não compreendo como é possível o presidente dessa associação dizer, na imprensa, que a pirataria está associada a redes terroristas. Existe muita ignorância sobre este problema e parece-me absurdo querer fazer-me acreditar que o Bin Laden ganha dinheiro com o p2p. A indústria musical está a reformular-se e o formato CD em breve ira assumir um papel secundário. As vendas online de música estão em franco crescimento e existem novas "editoras" online (microsoft, mtv e outras) para concorrer com o Itunes, que lidera este mercado. Os consumidores estão a ouvir música noutros formatos e quem sofre é a velha industria que tenta a todos os custos vender a ideia que a pirataria é a principal culpada neste processo. Um CD paga 17% de IVA e chegam a preços absurdos às lojas. A pirataria só é grave quando existem terceiros a lucrar com isso... ou seja, filmes e músicas à venda nas feiras! Os DJ's que baixam música ilegal e que as passam também deveriam ser penalizados! Bares e restaurantes idem idem, aspas aspas!
Acho que toda a problemática dos direitos de autor podia ser facilmente resolvida se todos os fabricantes de suportes graváveis (CD's, K7's) pagassem uma ínfima parte, que poderia ser incluído no preço final do seu produto. Os fabricantes de leitores de mp3, telemóveis poderiam também pagar e ajudar. Por último, acho que os ISP's também deviam ter um papel neste processo e incluir uma taxa nos seus serviços para ajudar os autores. No final, se todos ajudassem a pagar seria melhor para a sociedade e para os autores.
O interessante é ver os números de espectadores de cinema em Portugal nos últimos anos... em comparação com a venda de CD's. Será que a pirataria só prejudica a música?
Este problema é um mal menor se a vontade política for diferente da actual!
Há dias comprei um DVD dos Monty Python e reparei que no início há publicidade anti pirataria. A minha pergunta é a seguinte: se eu comprei o DVD original porque razão tenho que ver esta publicidade cada vez que vejo o DVD? Creio que esta paranóia está a prejudicar-nos a todos.

Qual é a tua opinião em relação ao panorama actual musical português?

Se considerares o TOP de vendas, acho deplorável. No panorama alternativo acho muito interessante. Nunca se fez tanta música com qualidade em Portugal e nunca tanto os media ignoraram as produções independentes. Parece-me afinal que resulta cantar em Português com refrões a dizer Yah...Yah... os media gostam disso!
publicado por Ridwan às 11:40
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

The Hour: Henry Rollins





The Hour\The Henry Rollins Show
publicado por Ridwan às 22:24
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007

God Is Not Great


The Hour with George Stroumboulopoulos
publicado por Ridwan às 21:58
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Domingo, 9 de Setembro de 2007

Luis Costa...So Said The Mute


Tens utilizado a net como teu grande aliado na divulgação da tua música, disponibilizando sempre os teus trabalhos na totalidade para download. Vais continuar a faze-lo dessa forma? E qual a tua opinião em relação á música versus net?

(...) a Internet é o maior aliado de qualquer músico desconhecido que queira divulgar o seu trabalho. Não só te permite chegares a um público-alvo vastíssimo e sem limitações geográficas, coisa que seria impensável há uns anos atrás, como te permite interagir directamente com os teus fãs e perceber melhor aquilo que estás a fazer bem e o que estás a fazer mal. O problema que ainda subsiste é saber como é que isso poderá ser rentável para quem depende financeiramente da música… acho que no futuro irá passar muito por uma maior consciencialização dos fãs da necessidade de apoiarem os artistas que admiram, quer através da compra de álbuns e merchandise, quer nos concertos; não numa perspectiva de criminalização dos downloads, como tem sido feito até agora, mas numa perspectiva de se permitir os downloads e confiar que se o ouvinte gostar do que ouviu e tiver possibilidades financeiras para tal, irá certamente comprar o álbum e aparecer nos concertos.

Qual a tua opinião sobre o actual panorama musical português?

É provavelmente a melhor fase que me lembro na música portuguesa. Temos uma quantidade enorme de novos artistas a fazerem coisas incríveis nas mais variadas áreas, quer ao nível amador quer ao nível profissional (bandas com edição comercial); o público começa finalmente a aparecer mais nos concertos de bandas nacionais, especialmente o pessoal mais novo; as bandas também estão um bocadinho mais organizadas (pelo menos a nível do underground) e já se mexem no sentido de organizarem concertos conjuntos e criarem oportunidades, em vez de esperarem que alguém faça isso por eles. É irónico que tudo isto aconteça ao mesmo tempo que se vive a maior crise de sempre da indústria discográfica, só prova que há um completo desfasamento entre as pessoas que gerem a indústria da música e as pessoas que a fazem.
Na Grafonola do Marsupilami com Luís Costa


publicado por Ridwan às 19:06
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2007

Azevedo Silva

"Eu acredito que a música é livre e vou continuar a procurar músicos que partilhem da mesma ideia. Pelo que me é dado a perceber, o mercado musical a que estamos habituados está a mudar, até porque a nova geração já nasceu com a partilha do mp3. Se vejo a música como uma arte e uma paixão, eu quero partilhá-la. Para mim é interessante chegar a milhares de pessoas que podem ouvir a minha música e o meu disco na íntegra em qualquer parte do Mundo."(1Azevedo Silva

publicado por Ridwan às 22:21
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Domingo, 3 de Junho de 2007

Amiina









música: Harkonen & These Arms Are Snake-Touched For The Very First T
publicado por Ridwan às 15:38
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