Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Extras


Extras s02e02

Final scenario, listen to this, right:

...neither of you are interested in Barry...
...so obviously I choose the fit one,no disrespect to you.
We all go back to mine,Barry keeps you talking...
...whilst you and I get down to it.
It will take, I swear to God,ten minutes max.
I can get everything done in that time.
Then you get a cab fare home,anywhere you want to go,
...up to say a maximum value of fifteen pounds.
Or, you could walk home,pocket the cash,
...you've made a sweet, sweet profit. So it's up to you.

- No.

- No? All right, Bar, forget it mate...
Always know when to cut your losses, let's go.
tags: ,
publicado por Ridwan às 23:31
link | comentar | ver comentários (4) | favorito

David Byrne,Thom York e a Crise da Industria Discográfica


© James Day

What is called the music business today, however, is not the business of producing music. At some point it became the business of selling CDs in plastic cases, and that business will soon be over. But that's not bad news for music, and it's certainly not bad news for musicians. Indeed, with all the ways to reach an audience, there have never been more opportunities for artists.

© James Day

Yorke: I think there’s a lack of understanding. It’s not about who’s ripping off whom, and it’s not about legal injunctions, and it’s not about DRM and all that sort of stuff. It’s about whether the music affects you or not. And why would you worry about an artist or a company going after people copying their music if the music itself is not valued?

Byrne: You’re valuing the delivery system as opposed to the relationship and the emotional thing…

Yorke: You’re valuing the company or the interest of the artists rather than the music itself


(...)


Byrne: Previously there'd be a release date, and advance copies would get sent to reviewers months ahead of that.
Yorke: Yeah, and then you'd ring up and say, "Did you like it? What did you think?" And it's three months in advance. And then it'd be, "Would you go do this for this magazine," and maybe this journalist has heard it. All these silly games.
Byrne: That's mainly about the charts, right? About gearing marketing and prerelease to the moment a record comes out so that — boom! — it goes into the charts.
Yorke: That's what major labels do, yeah. But it does us no good, because we don't cross over [to other fan bases]. The main thing was, there's all this bollocks [with the media]. We were trying to avoid that whole game of who gets in first with the reviews. These days there's so much paper to fill, or digital paper to fill, that whoever writes the first few things gets cut and pasted. Whoever gets their opinion in first has all that power. Especially for a band like ours, it's totally the luck of the draw whether that person is into us or not. It just seems wildly unfair, I think.


(...)

Byrne: Are you making money on the download of In Rainbows?

Yorke: In terms of digital income, we've made more money out of this record than out of all the other Radiohead albums put together, forever — in terms of anything on the Net. And that's nuts. It's partly due to the fact that EMI wasn't giving us any money for digital sales. All the contracts signed in a certain era have none of that stuff.

publicado por Ridwan às 13:06
link | comentar | favorito

Discofonia #63

"Bem, qualquer programador de jazz a nível mundial gostava de trazer aquele trio (William Parker, Matthew Shipp, Guillermo E. Brown). É importante dizer isto, sem medo nenhum. Quer dizer, tanto o baixista, o baterista ou o pianista, na sua arte, cada um deles está no top 5 com uma forma única de tocar. Se foi uma escolha hedonista... não o considero, não o considero. Acho que foi tentar oferecer às pessoas, oferecer por 12 euros, o melhor... A Jazz Session faz concertos, sejam nacionais ou internacionais, com outra norma: tem que ser bom aqui como em Tóquio. Não interessa o factor geográfico. Nós trazemos coisas que apontam pontos de viragem na música, e esse trio foi uma dessas coisas. Obviamente que me deu um orgulho do tamanho do mundo. Infelizmente, eu fico um bocado triste de os amantes do jazz não se aperceberem do que perderam. Ou de algum público dizer: eh pá, é a pagar, não vou. Eu pergunto aos experts e aos entendidos onde é que vão ver um concerto, escolham qualquer cidade do mundo, (onde) vejam um concerto daqueles por 12 euros. Eu pago o bilhete de avião, para essa mesma cidade, ida e volta!" [F]

Ainda sem podcast...
publicado por Ridwan às 12:31
link | comentar | ver comentários (1) | favorito

The Five Stages of (Causing) Grief



cectic.com
publicado por Ridwan às 12:25
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Festa do Sacrifício



His Name Is Alive - Bismillahi 'Rrahmani 'Rrahim

  
Como é óbvio não poderia deixar passar este dia em branco,a explicação para o título do post,música e foto(ironia),poderá estar algures por aqui.
A título pessoal:1h30 dentro do local de culto e só por 5 ou 6 vezes é que pensei em "porcarias".Hell Yeah!!!
publicado por Ridwan às 23:59
link | comentar | favorito
Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Vai Ser Memo Memo Memo Memo Memo Lindo


Filho Único

Festa de Natal Filho Único: Loosers, Rafael Toral, Sei Miguel, Ritchaz & Kéke, Os N'Gapas, Kotalume, Josué o Salvador, Coclea, Axolotl, Weyes Bluhd, Heatsick, Manuel Gião, Osso Exótico com Francisco Tropa, Aquaparque, Kimi Djabate solo, Phoebus + p.ma, Whit, Traumático Desmame, Elvis Ramalho, Peter Bastian e João Lobo/Norberto Lobo

Local: AVENIDA
Data: 21 de Dezembro
Horário: 21:30h
Entrada: 7 €

tags:
publicado por Ridwan às 23:09
link | comentar | favorito

Anti-complexo

"Enquanto actuávamos na Feira de São Mateus, uma senhora de meia idade aproximou-se do palco, pediu mais uma canção e enviou um beijinho. É o choque geracional. O que a juventude feminina do nosso tempo precisa é de se aproximar dos palcos, pedir mais canções e enviar beijinhos."[F]
tags:
publicado por Ridwan às 18:59
link | comentar | favorito

Dexter #2



Am I evil? Am I good?
I'm done asking those questions.
I don't have the answers.

Does anyone?

publicado por Ridwan às 18:05
link | comentar | favorito

The Album Leaf on tour


publicado por Ridwan às 15:49
link | comentar | favorito

Goo

 
publicado por Ridwan às 12:09
link | comentar | favorito
Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

Diferenças

"Na America, quando ha um ataque terrorista com bombas e mortos e tal, os Americanos metem as maos na cabeca, e dizem incessantemente “Oh ma Gosh!”, fecham-se em casa, choram, fazem concertos de musica para ajudar os pobrezinhos, as celebridades juntam-se numa sala com telefones e falam com as pessoas pobrezinhas para juntarem dinheiro para dar aos pobrezinhos, a MTV faz um programa especial onde artistas jarretas tocam em acustico para ajudar os pobrezinhos, o Presidente arqueia os bracos e diz que ninguem ficara impune e que vao agora atacar o Yemen e o Mali, e por fim, a Oprah, essa grandessissima fantoche de peso irregular, faz um programa especial, com o intuito de sacar mais umas lagrimas ahs donas-de-casa que vivem a custa dos maridos, enquanto passam o dia no Starbucks, tudo para ajudar os pobrezinhos. Aqui, em Inglaterra, a expressao “business as usual”, que obviamente eh daqui originaria, estah encravada na mente das pessoas, e duvido que algum dia, por mais ataques que soframos, o modo de vida britanico seja afectado. Os Londrinos em particular, nao teem medo. Em dia de acto terrorista, em vez de choradeira e invocacoes do Gosh, trabalha-se como em qualquer outro dia, em vez de se fazerem Concertos apanha-se o metro como em qualquer outro dia, em vez da Oprah, vai-se ah Opera, como em qualquer outra noite."[F]
publicado por Ridwan às 17:57
link | comentar | favorito

Jazz Trance



The Mighty Boosh
publicado por Ridwan às 12:57
link | comentar | ver comentários (3) | favorito
Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Azevedo Silva #2

Fazes parte da Lástima, a nova netlabel portuguesa, que defende a 'música livre'. Defendes a mesma posição?

Acho que é assim que a música deve ser. Penso que quando isso acontece, assistimos a algo bonito. Confesso que para muitos é difícil perceber o motivo e mesmo seguir esse tipo de pensamento. Agora, há uma ideia pura por trás disto: eu gosto de música, faço-o por paixão e o objectivo é partilhá-la. Não há como enganar: se esse é o meu objectivo, tenho de mostrá-la gratuitamente. No meu caso, e tendo a hipótese de gravá-la de uma maneira gratuita, ainda mais se justifica que não peça nada em troca às pessoas. Só quero que a oiçam e que a partilhem com os amigos. No entanto, há uma maneira de compensar os artistas que se sentem atraídos por este ideal: é aparecer nos concertos. Para além de créditos de motivação, com uma quantia simbólica, através do pagamento de uma entrada ou da compra de um disco, conseguem compensar as viagens, por exemplo.

Qual a tua posição em relação aos downloads ilegais? Para onde achas que caminha a indústria musical? A sobrevivência dos artistas passará pelos concertos?

Como disse, muitos artistas já resolvem alguns problemas financeiros através dos concertos. E penso que esse deveria ser o caminho, mesmo não tendo a certeza do poderio cultural e financeiro de Portugal para 'patrocinar' algo do género. Partilhar a música e fazer o dinheiro nos concertos, consoante o interesse que cada banda desperta. Os downloads ilegais são um dos catalisadores do sucesso de algumas bandas. Por isso, penso que acabam por ser um mal necessário para algumas. O problema maior é da indústria, que não faz tanto dinheiro e não pode editar tantas bandas, segundo a própria. Mas acho que cada vez mais caminhamos para o que a Lástima e outras editoras vão fazendo. Parece-me que o formato CD vai desaparecer e que o mp3 dominará. O preço das músicas será inferior e penso que pouca gente voltará a comprar um disco inteiro. Penso que mais facilmente comprarão a música x ou y da banda que gostam.
«Um passo de cada vez, uma viagem para ser apreciada lentamente»



publicado por Ridwan às 19:17
link | comentar | favorito
Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Provocação* Religiosa #3


Mulder-And why would God allow this to happen?



Why do bad things happen to good people?



Religion has masqueraded as the paranormal since the dawn of time...to justify some of the most horrible acts in history.



Scully-I was raised to believe that God has his reasons, however mysterious.



Mulder-He may have his reasons, but seems to use psychotics to carry out his job orders.


X-Files

*Porque hoje é Sexta-feira,dia de virar-me para Meca
publicado por Ridwan às 09:59
link | comentar | favorito

The Ninth Floor



"Hidden in an elegant building in a wealthy Manhattan neighborhood, was a sprawling apartment filled with young drug addicts. The Ninth Floor is the story of their battle with addiction, each other, and themselves as they search for some kind of redemption."(F)
publicado por Ridwan às 08:58
link | comentar | ver comentários (2) | favorito
Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

O eterno feminino

"Não gosto da forma como os homens vêem o Rock'n'roll, aquela forma machista de engatar miúdas enquanto absorvem litros e litros de cerveja. Por outro lado, também não gosto da forma como as mulheres vêem o Rock'n'roll, aquela forma subserviente de dar pulinhos e sorrisinhos a tudo o que lhes dizem, a todos os segredos que lhes contam e até mesmo aos apalpões que levam enquanto absorvem, por uma palhinha, mais umas gotas de um destilado qualquer."(F)
publicado por Ridwan às 18:25
link | comentar | ver comentários (3) | favorito
Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007

The Bands Visit



Once,



not long ago,


a small Egyptian police band arrived in Israel.


Not many remember this


...it was not that important.



Site | IMDB | Torrent | Pando

publicado por Ridwan às 10:30
link | comentar | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. 5 seguidores

.pesquisar

.arquivos

. Abril 2009

. Março 2009

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

.tags

. todas as tags